Resultado do Concurso Cultural #arpo3anos

As ganhadoras deste ano foram:

  1. Monique Dias (Mdemonique[at]hotmail.com)
    Caderno ARPO + kit mini Moleco
  2. Amanda Vicente (amanda_vicente[at]ig.com.br) 
    Caderno ARPO + kit mini Moleco
  3. Bruna Paranhos (bruna.paranhos[at]gmail.com)
    Caderno ARPO

Entrarei em contato diretamente para solicitar os endereços para envio do prêmio.

Obrigado pela participação de todos.

Concurso Cultural - 3 anos de Ajude um Repórter

Chegamos ao terceiro ano de vida e vamos comemorar!

Reeditando o concurso cultural que rolou no ano passado, vamos presentear os usuários que nos enviarem as melhores histórias.

A ideia é simples: basta compartilhar conosco alguma história de como o Ajude um Repórter ajudou você, seja para terminar uma matéria, posicionar clientes em algum veículo ou ser entrevistado por alguém.

Serão 10 premiados, e as duas melhores histórias receberão, além de um dos nossos cadernos personalizados, um kit de mini-cadernos especialmente enviado pela Moleco.

Aqui está uma foto para você lembrar do nosso prêmio bonitão:

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As regras são as seguintes:

  1. Basta escrever uma história com pelo menos 200 palavras em que a ajuda do Ajude um Repórter fez a diferença para você;
  2. Envie a história até a meia-noite de hoje (6/3/2013) pelo nosso blog, clicando AQUI;
  3. As dez melhores serão escolhidas pela equipe do Ajude um Repórter e o resultados sai amanhã (7/3/2013), ao meio-dia.

São 10 chances de ganhar, mas você precisa enviar ainda hoje. Corra! ;-)

O que há de errado com o jornalismo online?

O nome dele é Ryan Holiday, tem 25 anos e recentemente foi muito citado como fonte por inúmeras publicações online nos Estados Unidos, desde a blogosfera até os principais veículos da mídia do país. Holiday não é especialista em nada, mas conseguiu influenciar e publicar suas ideias na mídia social e até nas melhores publicações dos Estados Unidos. Ele se autodescreve como “manipulador da mídia” e sua intenção, segundo ele mesmo, foi provar que a mídia publica qualquer coisa com muito pouca, ou nenhuma, investigação consistente. Holiday foi longe com suas mentiras para a imprensa. A revista Forbes(18/07) apresentou uma pequena mostra do alcance das histórias do rapaz:

“Na Reuters, ele foi o garoto do pôster da geração ‘Yiekes’ (jovens investidores desiludidos com o mercado de ações). No ABC News, ele foi membro de uma nova geração de insones de longo prazo. Na CBS, ele inventou uma embaraçosa história de escritório, na MSNBC, ele fingiu que alguém que trabalhava no Burger King espirrou nele. No Manitouboats.com, ele opinou sobre como preparar seu barco para o inverno.”

Seu feito máximo na imprensa envolveu uma matéria no New York Times (18/4) sobre toca-discos que, em plena era digital, retornaram como opção para reprodução mais fiel de áudio. Holiday comentou sobre esses aparelhos (que são decodificadores fonográficos das mídias de vinil) sem nunca ter tido um.

Espalhando absurdos

Ele queria provar um ponto: o jornalismo online é suportado por bases frágeis, quando se trata de fontes. E que uma determinada organização de notícias, a Haro, é parte do problema: “Eu queria provar que a organização ‘Ajude um repórter’ (Help a repórter out – Haro) representa bem o que há de errado com o jornalismo contemporâneo”… clique aqui para continuar lendo no Observatório da Imprensa.

(Texto de Sergio da Motta e Albuquerque, publicado no Observatório da Imprensa)

Uma luz no fim do túnel

Andréa PerroneDesesperada, em uma mesa cercada por pilhas e mais pilhas de papeis e cadernos revirados, cheios de rabiscos. Contatos que não deram certo, que, por algum motivo, não puderam responder a minha solicitação de entrevista. As horas passavam velozes, o temível deadline estava cada vez mais próximo. A angústia aumentava a cada tic tac do relógio.

Os olhos mal focavam o computador, mas eu precisava me concentrar. A matéria deveria ser entregue no dia seguinte e eu não encontrava nenhum entrevistado disponível. Foi quando, em uma das indas e vindas ao facebook, eu encontrei o que precisava. Alguém havia curtido uma página chamada “ajude um repórter”. No mesmo instante eu pensei: “eu sou repórter, ou seja, eles vão me ajudar”.

Imediatamente entrei na página que prometia a solução dos meus problemas. Me cadastrei a partir do facebook (o que me poupou longas horas de cadastros chatos que sites costumam exigir) e postei minha solicitação. Preciso de um pediatra para falar sobre refluxo. Preenchi as definições da solicitação e publiquei.

Minha solicitação era simples e, pouco tempo depois, pipocaram diversos e-mails na minha caixa de entrada. Assessorias de imprensa afoitas para atender ao meu pedido. Me senti querida, lisonjeada e feliz. Poderia concluir a matéria em tempo hábil. Entrei em contato com as assessorias que tinham mais proximidade com o tema e pronto. Em poucas horas eu tinha três entrevistas concluídas em minhas mãos. De quebra, consegui matérias com pacientes, mães que estavam interessadas em contar suas experiências com refluxo.

A matéria foi publicada, elogiada e exaltada. O resultado foi melhor do que a encomenda.


Este depoimento foi enviado pela Andréa Perrone (@andreaperrone) para o concurso cultural relâmpago realizado em comemoração dos 2 anos do Ajude um Repórter e premiado com um dos nossos cadernos personalizados.

Ajude um aspirante a repórter

Monique LopesAinda sou estudante de jornalismo - me formo este ano -, mas uso desde sempre o Ajude Um Repórter, que conheci pelo twitter. Quando o serviço começou a se profissionalizar ainda mais e o site foi modificado, tive medo (e a impressão) de que os estudantes, como eu, perderiam seu espaço ali; mas não foi o que aconteceu. A equipe, atenciosamente, tirou minhas dúvidas sobre o cadastro de estudantes, e continuamos muito bem-vindos e bem atendidos!

Por diversas vezes consegui fontes, mas uma em especial. Era uma matéria para o site dos alunos da PUC-Campinas (onde estudo) sobre o Dia Mundial de Combate à Psoríase, em 29 de outubro passado. Consegui, através do site, dermatologistas e vários depoimentos de pessoas com psoríase, inclusive de comunicadores que também se utilizam dos serviços do ARPO.

Fazer essa matéria foi uma experiência ótima para mim! Nunca soube muito a respeito da psoríase nem nunca tinha tido contato com pessoas que vivenciam a doença - que não tem cura, apenas tratamento. O Ajude Um Repórter facilitou o meu trabalho e me propiciou ainda uma experiência de vida.

Não é só no aniversário do ARPO que a gente ganha o presente, afinal. A invenção do Ajude Um Repórter foi uma sacada incrível (uma vez que hoje quase tudo se faz por essa ferramenta já indispensável que se tornou a internet) e é um presente diariamente na vida dos profissionais de comunicação, de ambos os lados. Recomendo a todos que conheço e só tenho a agradecer.


Este depoimento foi enviado pela Monique Lopes (@monnique) para o concurso cultural relâmpago realizado em comemoração dos 2 anos do Ajude um Repórter e premiado com um dos nossos cadernos personalizados.

A sua história é a nossa história - Concurso Cultural Relâmpago

Aproveitando o ritmo de festa, que tal darmos alguns presentes?

Para comemorar esses dois anos de Ajude um Repórter, acabo de lançar o concurso cultural relâmpago “A sua história é a nossa história”.

A ideia é simples. Basta compartilhar conosco alguma história de como o Ajude um Repórter ajudou você, seja para terminar uma matéria, posicionar clientes em algum veículo ou ser entrevistado por alguém.

As 10 melhores histórias receberão um dos nossos famosos cadernos personalizados. O que acha?

Se você é um profissional de comunicação, contar uma pequena história não deverá ser um problema, não é?

As regras são as seguintes:

  1. Basta escrever uma história com pelo menos 250 palavras em que a ajuda do Ajude um Repórter fez a diferença para você;
  2. Envie a história até a meia-noite de hoje (5/3/2012) pelo nosso blog, clicando AQUI;
  3. As dez melhores serão escolhidas pela equipe do Ajude um Repórter e o resultados sai amanhã (6/3/2012), ao meio-dia.

São dez chances de ganhar, mas você precisa enviar ainda hoje. Corra! ;-)

Mostre a sua cara para a IMPRENSA

Jimmy CarrVocê já deve ter ouvido alguém dizer algo como: “Se não está no Google, não existe”. Apesar de parecer um exagero, para muitas pessoas o Google é o primeiro lugar em que elas vão para fazer buscas. E mais, se elas encontram alguma coisa por ali, as chances de simplesmente não recorrerem a outros meios é muito grande. 

Com tantas mudanças e avanços tecnológicos, não espere que procurem por você nas páginas amarelas, a não ser que o seu nicho de mercado realmente tenha esse hábito já meio antiquado. Mas independente de ser o Google a ferramenta de busca, o que importa mesmo é que você seja “encontrável”, ou seja, que a pessoa possa chegar até você no momento em que ela precisar. 

Jornalistas formam um público que costuma se atualizar bastante sobre as ferramentas que usam. Alguns mais ainda, são “early adopters”, aqueles que estão sempre de olho nas novidades e testam tudo que é lançado.

Para os mecanismos de busca existem técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para ajudar a melhorar seu posicionamento nos resultados. Mas apesar disso, ninguém vai fazer milagre se você não tiver realmente algum conteúdo para mostrar no seu site.

Por isso mesmo que muitos especialistas sugerem a criação de blogs. Blogs facilitam a publicação de novos conteúdo e a formação de uma base de conteúdo crescente, junto com o cuidado de construir uma reputação adequada, são grandes aliados para tornar uma instituição facilmente encontrável na internet.

Para a imprensa, você precisa fazer um pouco mais do que simplesmente deixá-los encontrarem seu site. Você precisa indicar de forma fácil e simples como eles podem entrar em contato com você se precisarem.

Muitas empresas possuem assessores de imprensa, que deveriam ser facilitadores na comunicação, mas é triste ver que boa parte dos sites corporativos não aponta para os contatos desses assessores. O jornalista chega até o site da empresa, mas não sabe como falar com ela.

As empresas investem recursos em assessorias para fazer contato ativo com os jornalistas, mas na hora de receberem o contato passivo, que aparentemente seria mais simples, não facilitam.

Faça um repórter feliz e não deixe de apontar exatamente como ele pode entrar em contato. Caso contrário, você pode estar perdendo uma ótima oportunidade de relacionamento.

“Ajude um Repórter” para Startups

Startup Quote!

Então você começou uma nova empresa ou lançou uma aplicação na internet, algo que pode ter um grande impacto social, uma ideia na qual você já investiu muito tempo. O trabalho é grande, você tem poucos recursos e tenta dar conta do máximo que pode. Nem por isso tudo o mundo para para prestar atenção em você, certo?

A descrição acima faz parte da realidade de muitos empreendedores, no Brasil e no mundo. Muitos desses empreendedores não sabem como podem ganhar mais atenção para suas iniciativas, não entendem como se relacionar com a imprensa e que vantagens teriam com isso, e, em muitos casos, ainda não contam com recursos para investir em uma assessoria de comunicação.

Com o Ajude um Repórter, uma startup pode trabalhar seu produto ou serviço dentro das notícias que estão sendo escritas na imprensa e criar um vínculo com o que está acontecendo no mundo.

A forma mais fácil de participar e começar a construir a sua reputação como especialista é saber o que está acontecendo no seu mercado e oferecer essas informações quando elas forem necessárias em alguma matéria.

Quando um empreendedor consegue passar informações novas e relevantes sobre o que está acontecendo no mercado, a startup pode acabar recebendo alguma exposição enquanto o jornalista ficará feliz em escrever algo realmente novo sobre o assunto.

Já imaginou sua startup aparecendo na capa de algum jornal? Pode ser um grande impulso para novas oportunidades e sem nenhum custo, afinal.

Como eu faço?

  1. Cadastre-se no Ajude um Repórter e crie um perfil de fonte gratuitamente: www.ajudeumreporter.com.br
  2. Leia nosso Guia Básico para saber como participar da melhor forma
  3. Mande seu feedback para continuarmos melhorando

Conheça também o StartupBase

Não deixe de cadastrar sua startup no StartupBase, o maior diretório de empresas nascentes brasileiras. Lá você recebe feedbacks de outros empreendedores, contatos de novos parceiros e ainda pode ser prospectado por investidores. Anotou? »» http://www.startupbase.net